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quinta-feira, 6 de março de 2014

IMPUNIDADE! Um mal não necessário.


A impunidade assola nossa sociedade e causa prejuízo a todos, inclusive a determinados políticos, autoridades e teóricos do Direito.
O sentimento no Brasil é o de que as penas, a aplicação das penas, a morosidade da justiça e as leis demasiadamente protetivas ao criminoso estão destruindo nossa sociedade. Não obstante esta constatação - a qual já está demonstrada por enquetes que fazemos neste site - contrariando a Constituição Federal, os responsáveis pela elaboração e aplicação da lei penal e processual penal nada fazem para que o comando constitucional que diz que o poder emana do povo e que os políticos são apenas os representantes da vontade deste povo seja aplicado.
O projeto do novo código de processo penal, por exemplo, em vez de procurar amenizar a morosidade da justiça e diminuir a impunidade, prefere tentar aumentar as garantias dos criminosos, como se as que já existem no Brasil não fossem suficientes. As vítimas estão completamente esquecidas em nosso sistema penal e o projeto do novo código também não procurou dar-lhes dignidade e proteção.
Por parte dos políticos, nota-se o absoluto abandono da segurança pública. Definitivamente, não há investimentos na polícia nem leis que lhe garantam mais independência e efetividade para fazer a prevenção e a investigação dos crimes.
A fim de que seja fortalecido o combate ao crime, à corrupção e à impunidade em nosso país, é necessário que as polícias civil e federal tenham autonomia e independência para realizar as suas funções.
É preciso que se entenda que o criminoso não deve ser preso somente com a condenação. A razão da prisão não é apenas a punição/retribuição pela condenação, mas também a prevenção e tranquilidade social, pois se aquele criminoso permanecer em liberdade durante o inquérito policial ou processo, poderá continuar a praticar os crimes. Em determinadas situações, pelo passado do criminoso e pela forma de vida e atuação nos crimes, já é possível perceber que ele não pode permanecer em liberdade, sob pena de perdermos vidas inocentes e, neste caso, quem se responsabilizará por isso?
A punição ao indivíduo que pratica um ato ilícito não pode ser aplicada apenas aos mais pobres. É necessário que a lei seja aplicada com efetividade para todos, sem distinção de cor, raça, sexo, condição social, origem, religião ou idade.
Ora, é tão evidente e notória a opinião popular, que sinceramente não conseguimos entender a razão pela qual a maioria dos políticos e juristas insistem em contrariá-la.
Por meio deste site, tentaremos entender e explicar tais motivos, bem como mudar a tendência que vigora neste país (no sentido de que o criminoso deve ter cada vez mais liberdade, direitos e garantias e a sociedade cada vez mais presa, com medo e sem direitos e garantias). Aqui abordaremos temas como a maioridade penalcausasnotícias e formas de combate à impunidade no Brasil.

CHEGA! O Brasil não aguenta mais essa situação. #chegadeimpunidade!
Equipe Impunidade.com.br

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Ostentação: pra que te quero?


Ostentação é o ato ou efeito de ostentar, quer dizer “apresentar” ou “mostrar” num sentidoexibicionista, estando ligado ao orgulho, àpresunção ou simplesmente à vaidade. É o ato de alguém que exibe as suas riquezas ou as suas próprias qualidades, sublinhando a importância de algo que tem, que fez ou que é.
Ostentação é uma palavra que tem origem no termo em latim ostentatio, que significa exibição vã ou inútil. Uma pessoa que recorre à ostentação é muitas vezes conhecida como afetada ou fútil.
Fonte:http://www.significados.com.br/ostentacao/

terça-feira, 30 de abril de 2013

Mártir Quitéria!

A partir de amanhã entra o mês dedicado, também, a nossa padroeira Santa Quitéria. Que possamos juntos nos momentos religiosos em alusão a MÁRTIR QUITÉRIA reavivar nossa fé pelo exemplo de abdicação e fé.E que venham os festejos!!


sábado, 9 de abril de 2011

VÍTIMAS DO MASSACRE DE REALENGO

Luiza Paula da Silveira, 14 anos

Luiza Paula da Silveira (Foto: Bernardo Tabak/G1)Luiza Paula da Silveira (Foto: Bernardo Tabak/G1)

Luiza estava no 8º ano do Ensino Fundamental e sonhava em ser modelo fotográfico. "Ela adorava tirar fotos e colocar no Orkut", contou a tia dela, Cristiane da Silva Machado Gomes. Luiza era fã de Ivete Sangalo. "Tem uma música da Ivete, que fala em sol, terra, mar, que ela adorava. E essa música dizia: 'Quando a chuva passar...' Parece que ela sabia o que ia acontecer, e ela queria deixar essa mensagem. Acho que é essa música que vai ajudar a consolar a gente."

A estudante fazia aulas de inglês e adorava ir à academia de ginástica. "Ela estava malhando com a prima, que é minha filha. As duas estavam querendo ficar em forma para o aniversário de 15 anos dessa minha filha", disse a tia.


Karine Chagas de Oliveira, 14

Karine Lorraine Chagas de Oliveira (Foto: G1)Karine Lorraine Chagas de Oliveira (Foto: G1)

Karine era uma menina muito carinhosa, de acordo com Ana Paula Oliveira dos Santos, tia da estudante. Ela diz que a sobrinha vivia com a avó desde pequena. "Minha mãe está em estado de choque. Ela cria a Karine desde dois anos de idade", conta.

A aluna do 8º ano da Escola Municipal Tasso da Silveira tinha acabado de começar a praticar atletismo na Escola Militar, em Sulacap.

"Ela fazia atletismo em um curso oferecido pela PM. Na seman que vem, ela iria pariticpar de uma prova no Estádio Célio de Barros, no Maracanã", conta Débora Martins, tia de Karine. "Ela era botafoguense, mas gostava muito do Neymar (jogador do Santos e da seleção brasileira)", acrescenta. "Para continuar praticando atletismo, ela precisava se esforçar na escola. E estava empolgada, tirando boas notas", complementou.


Larissa dos Santos Atanázio, 13

Larissa dos Santos Atanázio, vítima do atirador em Realengo (Foto: Reprodução)Larissa dos Santos Atanázio (Foto: Reprodução)

Larissa era uma menina muito brincalhona, simpática e inteligente. Assim Daniele Azevedo define a prima que foi vítima do atirador na escola em Realengo.

Segundo Daniele, Larissa, que aparece na foto ao lado posando de modelo, estudava na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, há dois anos. "Ela gostava muito de ir à aula."



Rafael Pereira da Silva, 14

Rafael Pereira da Silva (Foto: G1)Rafael Pereira da Silva (Foto: G1)

A foto ao lado mostra a imagem de Rafael em uma camiseta feita em homenagem ao jovem estudante, outra vítima da chacina. O pai, Carlos Mauricio Pinto, se emociona ao lembrar do filho. Rafael era aluno do 9º ano da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Ele foi um dos dois meninos mortos pelo atirador. As outras dez vítimas assassinadas eram meninas.

"Pela quantidade de pessoas que vieram ao enterro, vocês podem ver que ele era muito querido", disse Wagner Assis da Silva, de 35 anos, irmão de Rafael. "Ele estava tirando o CPF para trabalhar como menor-aprendiz, em uma rede de supermercados. Ele já queria ganhar o dinheirinho dele", acrescentou. "Ele era mais caseiro, jogava muito no computador e gostava de rock. Ele ouvia muito a banda Linkin Park", finalizou.

Samira Pires Ribeiro, 13

Samira Pires Ribeiro (Foto: Reprodução/Ag. O Globo)Samira P. Ribeiro (Foto: Reprodução/Ag. O Globo)

Samira havia entrado este ano na Escola Municipal Tasso da Silveira, de acordo com a irmã dela, Valéria Pires.

A estudante estava no 8º ano e gostava muito de ir às aulas.

A morte deixou a família muito abalada. “Minha mãe está em estado de choque", disse Valéria.


Mariana Rocha de Souza, 12

Mariana Rocha de Souza (Foto: Reprodução)Mariana Rocha de Souza (Foto: Reprodução)

A menina Mariana foi uma das vítimas do assassinado na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo.

"Ela era muito brincalhona, gostava de Restart e Luan Santana. Ela jogava handebol e queimada no colégio e era muito estudiosa", disse o primo de Mariana, Josimar Nunes, de 12 anos.


Ana Carolina Pacheco da Silva, 13
Ana Carolina Pacheco da Silva  (Foto: Reprodução/Ag. O Globo)Ana Carolina P. Silva ( Reprodução/Ag. O Globo)

Ana Carolina foi a última das vítimas a ter o corpo reconhecido. A família da estudante esteve no IML em busca da menina, mas não a reconheceu entre os corpos.

A irmã, Ana Paula, disse que ela estava desaparecida desde a manhã de quinta-feira (7) e que iria continuar procurando por ela pelos hospitais da cidade.

Após a confirmação da morte, a família ficou em estado de choque.

Bianca Rocha Tavares, 13

bianca Rocha Tavares (Foto: Reprodução/TV Globo)bianca Rocha Tavares (Foto: Reprodução/TV Globo)

O sonho dela era ser pediatra. Ela gostava muito de crianças", disse o tio da menina, Ricardo Goulart.







Géssica Guedes Pereira, 15

Géssica Guedes Pereira (Foto: Reprodução/TV Globo)Géssica Guedes Pereira (Reprodução/TV Globo)

"Ela jogava vôlei no colégio, gostava de estudar e de dançar funk. Era uma boa colega de sala", disse Camile Nascimento, de 18 anos, irmã de uma colega de turma de Géssica.


Laryssa Silva Martins, 13

Laryssa realengo (Foto: Reprodução/TV Globo)Laryssa S. Martins (Foto: Reprodução/TV Globo)

"A Laryssa era uma menina meiga, tranquila e queria ser marinheira. Ela queria ganhar dinheiro para ajudar o pai, que é aposentado", contou o padrinho de Laryssa, Gerson da Silva, de 47 anos.



Milena dos Santos Nascimento, 14

Milena realengo (Foto: Reprodução/TV Globo)Milena S. Nascimento (Foto: Reprodução/TV Globo)




"O sonho dela era fazer faculdade e ser modelo", disse a tia de Milena, Ana Rosa Nascimento.




Igor Moraes da Silva, 13



igor realengo (Foto: Reprodução/TV Globo)igor Moraes da Sila (Foto: Reprodução/TV Globo)




“O sonho dele era ser jogador de futebol”, conta Walmir de Souza Macedo, coordenador da Escolinha de Futebol Roberto Dinamite, onde Igor jogava. “Ele era franzino por causa da idade, mas tinha qualidade, talento. Começou como lateral e já tinha passado para o meio campo”, acrescenta.

Igor era flamenguista e, em março, foi vice-campeão de um campeonato de futebol realizado no condomínio onde morava. “Ele sempre me fazia companhia para ir ao treino e voltar, pois moro no mesmo condomínio onde ele morava. Para mim vai ser difícil não encontrar mais com ele”, disse Macedo, com a voz embargada. “Na véspera da morte dele, o Igor estava muito feliz, pois a gente tinha acabado de ganhar chuteiras novas na escolinha”, finalizou.